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Não se esconda! Inspire-se na jovem Yulianna e exiba suas marcas

Segunda-feira é o dia ideal para compartilhar boas histórias, não é mesmo? E se forem inspiradoras, melhor ainda! Então, vem ver história bacana de Yulianna:

Não é fácil ser diferente em uma sociedade marcada pelo preconceito e com padrões de beleza estabelecidos. São inúmeras imposições da mídia e da cultura manipuladora para que as pessoas se tornem iguais (O que é impossível, afinal a beleza é plural). O bom, é que existem mulheres que quebram paradigmas todos os dias, inclusive, nas questões estéticas.

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Um exemplo disso é a história da jovem Yulianna Yussef, de 22 anos, que sofreu desde a infância com o bullying e ofensas dos colegas. Muitas vezes foi chamada de “dálmata” e “vaca” por causa de suas marcas de nascença. Apesar dos constantes abusos Yulianna usa seu perfil no Instagram para inspirar e empoderar outras mulheres a amarem seus corpos e enxergarem beleza na diferença.

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Com a legenda criativa #bareyourbirthmark, ou seja, ‘mostre sua marca de nascença’ ela publica fotos belíssimas estimulando seus mais de 20 mil seguidores.

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A condição de Yulianna é chamada de nevo melanocítico congênito (CMN), quando as células de pigmentação da pele não se desenvolvem da maneira correta e causa as manchas.

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Achei a ideia de Yulinna de expor sua diferença super bacana. Definitivamente, não é fácil ser diferente.

Eu tenho um sinal, uma mecha de cabelos brancos e metade de um dos cílios brancos rs rs. Na infância era chamada de tempestade ou velhinha. Convivo muito bem com minha marca de nascença e nunca tive grandes problemas.

E você o que achou? Tem algum sinal ou algo peculiar? Conta aqui nos comentários.

Todas as fotos  Yulianna Yussef

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“Vai Ter Gorda” promove ato contra preconceito

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Tire seus padrões do caminho! As mulheres do movimento “Vai ter gorda”, vão realizar na tarde da próxima quarta-feira (13), às 14h um protesto contra a gordofobia na Baixa dos Sapateiros, bairro localizado no centro histórico de Salvador, conhecido popularmente pelo comércio de roupas.

De acordo com Adriana Santos, líder do movimento na capital baiana o ato reforça a luta contra o preconceito e a discriminação vivenciada por pessoas gordas.

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Declarou Adriana em resposta a um vídeo de desabafo compartilhado no Facebook , por Catia Sileide, que relata ter passado por constrangimento enquanto comprava em uma loja da região. 

Para quem não lembra, o movimento  “Vai ter gorda” deu o que falar  no mês de fevereiro, quando as meninas pisaram nas areias da praia de Ondina a bordo de seus biquínis coloridos com o objetivo de quebrar paradigmas

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Domingo é dia de: Ter gorda na praia, sim!

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Sol forte e temperatura marcando 31 graus na manhã deste domingo (14), na praia de Ondina, em Salvador. Na areia, mulheres empoderadas exibiam suas curvas a bordo de biquínis coloridos e fashions, deixando os banhistas de queixo caído com tamanha ousadia.

Em sua segunda edição, o movimento “Vai ter gorda na praia”, reuniu cerca de 15 mulheres, que não se moldaram aos padrões de beleza estabelecidos pela sociedade, ou pela utopia do “corpo ideal”.

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Livres, gordas e felizes, as participantes do movimento levaram para as ruas cartazes e placas com mensagens contra a gordofobia. Adriana Santos, modelo plus size e uma das organizadoras do evento, revelou que a ação pretende elevar a autoestima da mulher gorda, expor para a sociedade que elas não aceitam mais o preconceito velado, além de  reforçar a luta e valorização da mulher.

O movimento que teve origem em Santos, cidade de São Paulo, teve sua primeira edição na capital baiana no dia 10 janeiro, tendo como objetivo uma proposta social e melhoria na qualidade de vida.

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“Não é só um banho de mar, nós vamos além para incentivar outras pessoas na questão da saúde, do cuidado com a pele, com o corpo, de uma mulher que sofre, que é discriminada em todos os ambientes”, ressaltou Adriana.

Sem timidez as participantes se despiam das roupas ao mesmo tempo que revelavam as experiências preconceituosas já vividas, em muitos casos o bulling começou ainda na infância. “Um vizinho me chamava de meio quilo, pois era baixinha e gorda, isso me martirizou”, contou a pedagoga Susana Fontoura que luta para incentivar outras mulheres a se amarem como são e não aceitarem a opressão.

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Para os normativos e autoritários fica o alerta – aceita que doí menos! Vai ter gorda na praia, no shopping, na balada, no mercado de trabalho e onde elas quiserem ir.

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Mulher vence anorexia e compartilha experiência no Instagram

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Se tornou comum dentro da sociedade seguir determinados padrões, na justificativa de ser aceito pelo outro. Em tempo de espetacularização do corpo, as mulheres são bombardeadas a todo momento com incentivos para alterar a textura do cabelo, a não aceitação das curvas, e a busca constante por uma vida plenamente e feliz.

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A jovem britânica, Megan Crabbe, foi no fluxo contrário e decidiu inspirar outras pessoas com sua história de superação.  Megan que chegou a pesar a 30 quilos aos 15 anos, ficou internada e venceu a anorexia, distúrbio alimentar que gera perda de peso acima do que é considerado saudável. Atualmente ela tem 119 mil seguidores no Instagram, plataforma escolhida para alertar e mostrar a mulheres que elas devem se amar como são.

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Veja outras fotos da jovem: Aqui